Caso dos irmãos mortos em incêndio completa 1 mês

O dia 21 de Abril ficou marcado para os capixabas, principalmente para aqueles que moram em Linhares. Nessa data os irmãos Joaquim (3 anos) e Kauã (6 anos) morreram durante um incêndio que atingiu parte da casa onde moravam.

Caso dos irmãos mortos em incêndio completa 1 mês

O pastor George Alves, pai e padastro das crianças, estava em casa no momento da tragédia mas não conseguiu entrar no quarto dos filhos para salva-los. Quando o Corpo de Bombeiros chegou ao local os meninos já estavam sem vida.

A polícia começa a investigar as causas do acidente e nos dias 24 e 25 de Abril George Alves depõem sobre o ocorrido. Enquanto isso, polícia, bombeiros e promotores participam das pericias feitas na casa. Em uma delas foi usado o Luminol, reagente químico que mostra restos de sangue invisíveis a olho nu.

No dia 28 de Abril a polícia pediu a prisão temporária do pastor, que foi preso no hotel onde estava hospedado com a família. O carro que ele usava também passou pela perícia. Nesse período os delegados que investigavam o caso disseram que George atrapalhava as investigações e que era um dos suspeitos de causar o incêndio.

Em 17 de Maio a prorrogação do prisão preventiva é pedida e os delegados falam pela primeira vez sobre o caso. A Polícia Civil afirma que segue a linha de investigação de homicídio e que pretende terminar a investigação em breve.

Populares mostraram a indignação com o acontecido e cobraram informações da polícia. No domingo (20 de Maio) o portão da caso onde os garotos moravam estava cheio de cartazes de protesto.

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